é isso ai, começou a coceira de novo e agora tem que ser no vai ou racha. Queremos ir agora para Ottawa-Quebec. Lemos que lá é o melhor para família com pequenos como nós. Quando ficamos em Vancouver nao gostamos de nada que vimos e assim voltamos para o leste.
Precisamos de coragem para largar emprego e a sensaçao de conforto que temos aqui em SP.
Precisamos de coragem para ir e nao temos coragem para ficar... ai ai ai.
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Friday, October 23, 2009
Friday, February 13, 2009
Tá tudo parado
Estamos aqui ainda em Sao Paulo. Colocamos em pausa todo o projeto do Canadá.
Estamos bem aqui, está confortável e parece que nem queremos pensar no assunto.
A vontade existe, mas o dia a dia aqui é maior que a vontade.
Temos o processo de imigração para o EUA em andamento, sem data ou prazo. Não temos nenhuma expectativa sobre isto, é só mais uma opção.
Vamos aguardar para ver para onde a vida nos leva.
Estamos bem aqui, está confortável e parece que nem queremos pensar no assunto.
A vontade existe, mas o dia a dia aqui é maior que a vontade.
Temos o processo de imigração para o EUA em andamento, sem data ou prazo. Não temos nenhuma expectativa sobre isto, é só mais uma opção.
Vamos aguardar para ver para onde a vida nos leva.
Monday, September 22, 2008
Brasileiros encontram dificuldades para trabalhar no Canadá
Esta reportagem abaixo saiu hoje, dia 23/09/2008, na Globo:
O Canadá é um país próspero que atrai um número cada vez maior de pessoas do mundo todo. O repórter Marcos Uchôa viajou até Montreal e mostra que o sonho de fazer a vida nessa nação tão distante não é para todos, principalmente para quem chega à procura de trabalho. O Canadá sempre passou para o mundo a imagem de um país bem de vida e de conforto sem ostentação. O que se vê nas ruas, de maneira geral, justifica essa idéia. Com uma busca por justiça social, um sistema de saúde que atende a todos (e de graça) e pouca violência, o Canadá é quase o oposto do vizinho, os Estados Unidos. Mas nem tanto assim. A economia é muito atrelada à americana. A queda do dólar murchou negócios e mingou o número de turistas que atravessavam a fronteira em busca de preços mais baratos. Recentemente o Canadá se descobriu com índices bem parecidos com os dos americanos: 11,5% de pobres – cerca de 3,5 milhões de pessoas. Quase um milhão delas são crianças. Foi um choque. Como todos os países das Américas, a imigração foi fundamental para o Canadá – e ainda é. O país, que recebia predominantemente imigrantes brancos, nos últimos 15 anos passou a se abrir mais para o mundo. Hoje olhos puxados se vêem aos milhões. Mulheres mostram que muita gente de países mulçumanos também apostou no sonho canadense. Das tantas minorias étnicas que acompanham esse mosaico, uma das menores vem da América Latina, com o Brasil incluído. Um imigrante chileno é professor da Universidade de Montreal e diz que as estatísticas indicam: os latino-americanos figuram entre os mais pobres, mais do que todos os outros tipos de imigrantes. Mesmo para quem chega ao Canadá legalmente com uma qualificação, a realidade o encaminha para setores de baixa remuneração. A brasileira Rosana é um desses casos. Economista formada e com experiência, ela só conseguiu trabalho como faxineira. Trocar o diploma por uma vassoura não era o que ela esperava. Um censo recente mostra que o imigrante ganha menos de dois terços do salário de um canadense fazendo a mesma coisa. Essa diferença aumentou muito nos últimos anos. O Canadá quer atrair imigrantes qualificados, de preferência com curso superior. Só que o imigrante chega lá com seu diploma universitário e tem uma enorme dificuldade em conseguir trabalho na sua profissão. O resultado são faxineiras, entregadores de pizza e motoristas de táxi – dos mais educados e frustrados do mundo. Em um grupo de imigrantes taxistas, tem um engenheiro e um dentista. Eles gostam do Canadá, mas lamentam os obstáculos para conseguir trabalho com as profissões de origem. “Há solidão e depressão. Às vezes, você até se sente incapaz. Você fala: ‘Estudei tanto, sou capaz, posso fazer melhor, mas você não consegue’”, lamenta um brasileiro. Rogéria decidiu fazer as malas e imigrar para o Brasil, voltar para casa e apostar no país dela. “Eu ainda acredito no meu país”, diz.
O Canadá é um país próspero que atrai um número cada vez maior de pessoas do mundo todo. O repórter Marcos Uchôa viajou até Montreal e mostra que o sonho de fazer a vida nessa nação tão distante não é para todos, principalmente para quem chega à procura de trabalho. O Canadá sempre passou para o mundo a imagem de um país bem de vida e de conforto sem ostentação. O que se vê nas ruas, de maneira geral, justifica essa idéia. Com uma busca por justiça social, um sistema de saúde que atende a todos (e de graça) e pouca violência, o Canadá é quase o oposto do vizinho, os Estados Unidos. Mas nem tanto assim. A economia é muito atrelada à americana. A queda do dólar murchou negócios e mingou o número de turistas que atravessavam a fronteira em busca de preços mais baratos. Recentemente o Canadá se descobriu com índices bem parecidos com os dos americanos: 11,5% de pobres – cerca de 3,5 milhões de pessoas. Quase um milhão delas são crianças. Foi um choque. Como todos os países das Américas, a imigração foi fundamental para o Canadá – e ainda é. O país, que recebia predominantemente imigrantes brancos, nos últimos 15 anos passou a se abrir mais para o mundo. Hoje olhos puxados se vêem aos milhões. Mulheres mostram que muita gente de países mulçumanos também apostou no sonho canadense. Das tantas minorias étnicas que acompanham esse mosaico, uma das menores vem da América Latina, com o Brasil incluído. Um imigrante chileno é professor da Universidade de Montreal e diz que as estatísticas indicam: os latino-americanos figuram entre os mais pobres, mais do que todos os outros tipos de imigrantes. Mesmo para quem chega ao Canadá legalmente com uma qualificação, a realidade o encaminha para setores de baixa remuneração. A brasileira Rosana é um desses casos. Economista formada e com experiência, ela só conseguiu trabalho como faxineira. Trocar o diploma por uma vassoura não era o que ela esperava. Um censo recente mostra que o imigrante ganha menos de dois terços do salário de um canadense fazendo a mesma coisa. Essa diferença aumentou muito nos últimos anos. O Canadá quer atrair imigrantes qualificados, de preferência com curso superior. Só que o imigrante chega lá com seu diploma universitário e tem uma enorme dificuldade em conseguir trabalho na sua profissão. O resultado são faxineiras, entregadores de pizza e motoristas de táxi – dos mais educados e frustrados do mundo. Em um grupo de imigrantes taxistas, tem um engenheiro e um dentista. Eles gostam do Canadá, mas lamentam os obstáculos para conseguir trabalho com as profissões de origem. “Há solidão e depressão. Às vezes, você até se sente incapaz. Você fala: ‘Estudei tanto, sou capaz, posso fazer melhor, mas você não consegue’”, lamenta um brasileiro. Rogéria decidiu fazer as malas e imigrar para o Brasil, voltar para casa e apostar no país dela. “Eu ainda acredito no meu país”, diz.
Monday, March 24, 2008
Será que dá?
estivemos tão preocupados ultimamente com nossas pesquisas do canadá pois achamos que vai ser difícil encontrar um bom trabalho "white collar". Vamos ter que trabalhar como peão por um tempo, mas quanto tempo? Temos uma vida bem sólida aqui em SP, boa casa paga, bom capital para o futuro, ótimo trabalho, enfim, temos uma vida sossegada. Tirando todas as coisas ruins de SP e do Brasil, não estamos numa situação de risco, mas como todo mundo, queremos um futuro melhor para os filhos (temos dois, 6 e 1 ano) e queremos mais qualidade de vida. Mas como tudo na vida, nem tudo é ruim e temos que escolher, então, cada escolha tem uma renúncia junto. Nem tudo é maravilhoso e bom no Candá e por isso também teremos que escolher e renunciar outras coisas. Só sei que se estivessemos numa situação muito ruim e sem perspectiva aqui em SP seria bem mais fácil esta ida ao Canadá !!
Friday, January 18, 2008
Quando não dá certo a imigração !! Importante saber os dois lados.
Neste site (http://www.notcanada.com/) tem milhares de depoimentos de pessoas que não obtiveram sucesso na imigração para o Canadá. É muito importante sabermos todos os lados da história. Eu penso que por tudo que ando lendo, se você for da área de informática pode ir de olho fechado, todas as outras áreas de atuação você vai pastar um pouco ou até mesmo não conseguirá se recolocar, talvez você acabe sendo um motorista de taxi muito qualificado.
Esta semana também recebemos nossas certificações de equivalencia escolar, isto é, nossos cursos superiores e pós-graduação foram 100% aceitos no Canadá, assim podemos competir com qualquer cidadão canadense com o mesmo curso. É bom saber e ter isto, mas duvido que só isto baste !
Esta semana também recebemos nossas certificações de equivalencia escolar, isto é, nossos cursos superiores e pós-graduação foram 100% aceitos no Canadá, assim podemos competir com qualquer cidadão canadense com o mesmo curso. É bom saber e ter isto, mas duvido que só isto baste !
Wednesday, November 14, 2007
http://www.thecanadianimmigrant.com/
Revista de leitura obrigatória para todos que estão indo para o Canadá. O site fornece dicas ótimas e práticas. Leiam.
Monday, November 12, 2007
Calgary, Alberta. É pra lé que vamos.
Decidimos fazer residência em Calgary. Por que o estado de Alberta está promissor, tem muitos empregos e boa renda per capita. Vamos passar mais frio do que em Vancouver ou Toronto, mas não estamos preocupados com isso.
Como disse outo blogueiro, porque frio mesmo é ficar no Brasil !!!
Como disse outo blogueiro, porque frio mesmo é ficar no Brasil !!!
Mudança.....Como levar as tralhas.
Descobrimos que você só pode levar uma mudança se você comprovar que tem residencia legal no Canadá, se não acaba sendo uma exportação e para isso é preciso pagar muitos impostos. Outro meio de levar é via correios mesmo, mas daí vc vai precisar de um endereço. Por outro lado a empresa de mudança pode guardar suas tralhas até voce ter um endereço e daí mandar e acabamos optando por este meio. Vamos levar só caixas, coisas pessoais mesmo, documento, fotos e outos ítens insubstituíveis.
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